Apesar de alguns jornalistas terem tentado fazer passar para a opinião pública a ideia de que este concerto foi um fiasco, tal não corresponde de todo à verdade! Esta atitude menos profissional prendeu-se com o facto dos mesmos terem ficado "lixados" por não terem tido autorização da banda para filmar ou sequer tirar fotos à plateia e balcões. Nós estivemos lá e podemos confirmar!
O concerto foi simplesmente "ESPECTACULAR"!
Um cenário majestoso, onde a banda surge de dentro de uma armação de ferro em forma de ovo gigante e nasce para atacar logo no início o tema "Noise", faixa que abre também o mais recente álbum Humanoid com letra repleta de lugares-comuns fáceis de decorar e cantarolar. Os abraços de excitação, os telemóveis a filmar e a fotografar, tudo chega ao rubro quando o vocalista Bill Kaulitz entra em acção.
Ele corre o palco de ponta a ponta e vai agradecendo ao público a sua presença. A actuação prossegue com "Human Connect to Human", com ambientes urbanos nocturnos em movimento no ecrã gigante que fundeia o palco, e recua depois ao álbum de estreia, Scream ,num "Break Away" a pender para o pesado.
"Quero dar-lhes as boas vindas à cidade Humanoid" diz Kaulitz para o público antes de servir o "Pain of Love" e o mais recente single "World Behind My Wall", recebido com entusiasmo. Entre mudanças de fatos, entradas e saídas de palco e vídeos de backstage para entreter o público, há surpresas reservadas: explosões de fogo em "Hey You", um falsete espectacular sentido em "Alien", a loucura de "Ready, Set, Go!" e Bill montado numa mota em "Dogs Unleashed".
Seguiu-se "In Your Shadow (I Can Shine)" e "Automatic", single que apresentou Humanoid ao mundo e que volta a ser alvo de histeria generalizada. Depois de "Darkside of the Sun", Kaulitz despede-se com uma vénia e um beijinho: "É a última canção. Obrigado por terem vindo, vemo-nos para a próxima". Mas é claro que ninguém o ia deixar escapar tão facilmente e o encore exige-se com gritos de "Tokio Hotel, Tokio Hotel". Ke fans mais malukas lol!
No centro do palco, o vocalista canta acompanhado ao piano "Zoom Into Me", tema que encerra Humanoid , mas havia ainda tempo para o momento mais aguardado da noite. "Monsoon". Parecia ser o fim, com a banda a despejar as últimas garrafas de água para cima das primeiras filas e a atirar baquetas, toalhas e palhetas em todas as direcções, mas havia ainda tempo para uma última surpresa: choveram confettis ao som de "Forever Now", antes de a banda desaparecer novamente dentro do ovo gigante!
Haverá mais para o ano ou depois, mas penso que talvez a escolha de local deva ser reavaliada, pois a acústica do Pavilhão Atlântico não é de todo a melhor e deixa mesmo muito a desejar!
Ele corre o palco de ponta a ponta e vai agradecendo ao público a sua presença. A actuação prossegue com "Human Connect to Human", com ambientes urbanos nocturnos em movimento no ecrã gigante que fundeia o palco, e recua depois ao álbum de estreia, Scream ,num "Break Away" a pender para o pesado.
"Quero dar-lhes as boas vindas à cidade Humanoid" diz Kaulitz para o público antes de servir o "Pain of Love" e o mais recente single "World Behind My Wall", recebido com entusiasmo. Entre mudanças de fatos, entradas e saídas de palco e vídeos de backstage para entreter o público, há surpresas reservadas: explosões de fogo em "Hey You", um falsete espectacular sentido em "Alien", a loucura de "Ready, Set, Go!" e Bill montado numa mota em "Dogs Unleashed".
Seguiu-se "In Your Shadow (I Can Shine)" e "Automatic", single que apresentou Humanoid ao mundo e que volta a ser alvo de histeria generalizada. Depois de "Darkside of the Sun", Kaulitz despede-se com uma vénia e um beijinho: "É a última canção. Obrigado por terem vindo, vemo-nos para a próxima". Mas é claro que ninguém o ia deixar escapar tão facilmente e o encore exige-se com gritos de "Tokio Hotel, Tokio Hotel". Ke fans mais malukas lol!
No centro do palco, o vocalista canta acompanhado ao piano "Zoom Into Me", tema que encerra Humanoid , mas havia ainda tempo para o momento mais aguardado da noite. "Monsoon". Parecia ser o fim, com a banda a despejar as últimas garrafas de água para cima das primeiras filas e a atirar baquetas, toalhas e palhetas em todas as direcções, mas havia ainda tempo para uma última surpresa: choveram confettis ao som de "Forever Now", antes de a banda desaparecer novamente dentro do ovo gigante!
Haverá mais para o ano ou depois, mas penso que talvez a escolha de local deva ser reavaliada, pois a acústica do Pavilhão Atlântico não é de todo a melhor e deixa mesmo muito a desejar!

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